Em 2015, eu estava na cripta-escritório com o meu horário biológico mais desregulado do que os mercados financeiros na época do Big Bang da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher. Eu já estava escrevendo sobre o Monday Night Football da NFL assistindo as partidas no link alternativo como sempre diz o meu amigo DeGrom. Não tínhamos tv a cabo em casa. Então, eu dava os meus pulos para assistir a Moto GP.
Com idas e vindas. comecei o hábito de assistir as corridas de madrugada da Moto GP nos países do indopacífico como o circuito australiano de Phillip Island junto com a pista japonesa de Motegi. Sem contar o calor de Sepang. Ainda tivemos a inclusão de Buriram e de Mandalika. Mas não tivemos sorte com Budh por mais que os indianos não tem segurança financeira para bancar os eventos esportivos do esporte a motor.
Hoje, eu tenho a TV a cabo no meu escritório onde deixo no som original do sinal internacional da Moto GP para ajudar com o inglês invés de acompanhar as corridas na narração brasileira que não me acostumo por mais que tive uma breve convivência virtual com o narrador da ESPN a quem nutro um grande respeito pelos meus tempos da nascar na Fox Sports onde se tinha muitos problemas para assistirmos com os meus amigos rednecks BRs.
Assistir uma corrida na madrugada é como lidar com um silêncio tanto ambiente porque todo mundo está dormindo na tua casa quanto pessoal para não xingar a pleno pulmões para não acordar a turma. Já estou acostumado com isso por causa de ser autista e ficar quieto como um fantasma da noite como diz a minha mãe para se referir ao meu hábito noturno de levantar da cama sem fazer barulho para não incomodar a turma.
Ver uma corrida na madrugada é mais prazeroso para mim do que levantar cedo para assistir os pilotos e suas maravilhosas máquinas de duas rodas correndo por que posso dormir mais tranquilo sem a necessidade de ter um despertador ao lado com seu barulho que me lembra os alarmes de um acidente nuclear em um reator soviético.
Ou seja, vou ver a corrida mais tranquilo…

