No começo da minha carreira como redator de esporte a motor. Eu descobri a Nascar por causa da minha curiosidade com a Daytona 500. Achei um grupo de fãs das corridas nos circuitos ovais no facebook e tive a sorte de ter alguém como o Felipe Pires para me ensinar tudo sobre os carrinhos da Ford, Chevrolet e Toyota. Isso me abriu um mundo além da Formula 1 como a Supercars australiana e o rally Dakar.
Mas estou no Twitter onde vejo a turma da F1tt tendo dificuldades para entender outras categorias do esporte a motor. Muita gente pede mudanças nas regras da Indy sendo que a lógica americana é diferente da concepção europeia da Formula 1. A F1tt fica com aquela fama de chatos dos monopostos por não viverem as corridas em sua plenitude onde as pessoas gostam de assistir as motos da Moto GP e os hypercars do WEC.
Muita gente não tem paciência para explorar o vasto mundo do esporte a motor. Isso em um momento onde os fãs da velocidade passam por situações constrangedoras como os homens desqualificando as mulheres sobre as perguntas sobre pilotos bonitos (já cometi esse pecado que me rende um exílio da F1tt até hoje, mas passo bem) invés de permitir que elas possam mostrar seus conhecimentos técnicos sobre um carro.
Isso fica claro onde vemos as pessoas querendo mostrar um vasto conhecimento sobre uma determinada categoria invés de ajudar o próximo a entender sobre sua categoria preferida com uma explicação simples e didática sobre o conceito dos carros junto com as regras do jogo. Mas logo notamos que as coisas não são tão perfeitas nas teorias dentro de nossas mentes onde as pessoas são solicitas quando lhe convém.
Há um mundo a ser explorado como nos versos de lusíadas do estimado poeta lusitano Luís de Camões…